Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Inevitabilidades da vida


 

 

Mantenho-me quieta. Vejo-me impossibilitada de escrever tendo em conta que nem sequer sei o que sinto. Permaneço como que num estado de stand-by em que nem há progresso nem regressão. Deixo-me estar intacta com medo que um passo em falso possa complicar ainda mais.

 

"After my dreaming,
I woke with this fear
What am I leaving
when I'm done here?"

 

    Já não sei se tenho pensado ou agido demais. Chego à conclusão que já nem penso em nada, para que inconscientemente acredite que tudo isto não passa de algo irreal. Já me perco nos meus actos e indecisões.

 

"So if you're asking me,
I want you to know"

 

Tanto estou segura do que quero como já não sei que caminho seguir. Tudo demasiado complicado quando sempre me baseei no "ser nu e cru", no "é ou não é". E é nestas alturas, em que não há uma acção certa ou errada, em que nada é simples ao ponto de ser plausível de ser feito de uma maneira especifica, que me vejo encurralada num não saber agir.

 

"When my time comes,
forget the wrong that I've done
Help me leave behind
some reasons to be missed
Don't resent me,..."

 

Neste momento, apenas queria chegar a um consenso, mesmo que para tal tenha de passar por aquilo com que me tenho vindo a debater ao longo da minha vida...

 

"...and when you're feeling empty
Keep me in your memory
leave out all the rest"

 

Música: Linkin Park - Leave Out All the Rest
Estou...:
Publicado por ascertezasdasincertezas às 17:46
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Domingo, 10 de Agosto de 2008

Vulnerabilidade incompreensível

 

"So take your time to know where it hurts
If they don't believe you I do so please take
Yourself to a place where you could stop to see what the hell is going on"

 

Apenas me questiono se algum dia não serei constantemente ou repentinamente confrontada com certas ideias vinculadas por mim. Não entendo o porquê de ser surpreendida com situações que corroboram o quanto me sigo por princípios e crenças imaturas e idealistas demais. Será tudo isto uma ilusão optimista do que poderá ser e da tão desejada, mas imaginária, máxima de obter aquilo em que acreditamos desde que lutemos contra o que nos restringe.

 

De novo confrontada.

 

A percepção que, por vezes, o que sentimos não é o suficiente para ultrapassar as adversidades ou simplesmente a incompatibilidade de pessoas, ideias e acções. O constatar da efemeridade de vida...e como eu cada vez mais acredito nisto. Talvez por já ter perdido e me defrontado com certas circunstâncias, que mudaram de um dia para o outro, detenho este receio de olhar para o futuro. Não consigo. O que pode ser hoje poderá não o ser amanhã...Mais uma vez me debato com este facto...

  

Música: fingertips- mellancholic ballad
Estou...: não sei
Publicado por ascertezasdasincertezas às 05:53
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